A escola no cárcere: subjetividades entre as grades

Autor: Carolina Cunha Seidel

Resumo: Esta pesquisa tem o intuito de elucidar os mecanismos de subjetivação desenvolvidos por sujeitos – presos – alunos matriculados em salas de aula instaladas em penitenciárias brasileiras, vinculadas ao programa de Educação de Jovens e Adultos – EJA. Busca compreender as engrenagens desta instituição no tocante à questão educacional durante o processo de encarceramento acompanhado da escolarização tardia. A partir da voz dos sujeitos em diálogo com os escritos de Foucault, E. Goffman, Masschelein e Simons, nos aproximamos das possibilidades fundadas por esses sujeitos no espaço escolar a partir da construção coletiva e subversiva dos saberes e afetos. Qual o significado da escolarização para esses adultos? Como acontece a Educação de Jovens e Adultos – EJA? Quem são esses sujeitos? Como se veem? Como veem esse retomar de um momento que continha outros significados, outros sentidos? Quais os mecanismos de subjetivação desenvolvidos por esses sujeitos neste contexto especifico? Quais seus desdobramentos? Essas foram algumas das pesquisas que nos ajudaram a desenhar o percurso de pesquisa, criando uma investigação coletiva junto a esses sujeitos, discutindo conceitos filosóficos e assim descobrindo como acontecem os processos citados.

Orientador: Paula Ramos de Oliveira

Área de concentração: Educação

Instituição:   Universidade Estadual Paulista / Ano: 2017

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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