Possibilidades do trabalho com a literatura de autoria feminina para a leitura crítica de mulheres em privação de liberdade

Autor: Verônica Cristina Pinto Mendonça

Resumo: O direito à educação é muitas vezes negado à população prisional do país. O direito à leitura é ainda mais restrito, limitando-se a projetos experimentais em poucas unidades prisionais. Neste contexto, este trabalho de conclusão tem o objetivo de analisar possibilidades do trabalho com a literatura de autoria feminina para a leitura crítica de mulheres em privação de liberdade. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, que investiga a discussão acadêmica sobre educação em prisões (ONOFRE, 2015), e a leitura de textos literários de autoria feminina no país (DUARTE, 2003; MUZART, 2003; TELLES, 2006). Utiliza a análise documental para examinar textos literários de Lygia Fagundes Telles (2009) e Conceição Evaristo (2016). Propõe possibilidades de mediação de leitura para a problematização das experiências de vida de mulheres em diferentes contextos sócio-históricos e, com isso, contribuir para a ampliação da leitura crítica destas mulheres. O estudo evidenciou que as principais possibilidades são: a garantia do direito à aprendizagem e a ampliação da compreensão crítica de si e do mundo, de forma a qualificar o tempo passado no estabelecimento prisional.

Orientador: Ana Cláudia Ferreira Godinho

Área de concentração: Educação

Instituição:  Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Ano:  2017

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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