As práticas de leitura como estratégia de sobrevivência e (re) inclusão entre internas da Penitenciária Feminina Madre Pelletier

Autor: Rosângela Fonseca Lopes

Resumo: As práticas de leitura realizadas na Penitenciária Madre Pelletier, em Porto Alegre são o foco deste trabalho. Reflete a realidade do Sistema Prisional Brasileiro, aponta aspectos referentes aos problemas da crescente criminalidade e decorrentes de uma sociedade desequilibrada. Destaca a superlotação de presídios e as carências das Instituições, que se transformam em caminhos de volta à delinquência. Discorre sobre o ato de ler, a leitura no ambiente prisional e de que forma a mesma atua como estratégia de sobrevivência. Aborda o modo pelo qual a leitura atua como fator de reinclusão social, fornece subsídios para formação de uma postura crítica e pressupõe a possibilidade de transformação e busca de novos horizontes. Caracteriza o bibliotecário do ambiente prisional e apresenta as observações e entrevistas realizadas junto às alunas detentas e professoras da Escola Julieta Villamil Balestro. Apresenta as histórias de vida das alunas, suas experiências de leitura antes e durante o cumprimento das penas, bem como suas expectativas quando em liberdade. Ressalta aspectos referentes às práticas de leitura e sugere ações para implemento das mesmas.

Orientador: Eliane Lourdes da Silva Moro

Área de concentração: Biblioteconomia e Comunicação

Instituição:  Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Ano: 2010

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, pós-graduanda em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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