Mulheres poéticas : a poesia no cárcere

Através do conhecimento que a literatura proporciona, nosso universo se expande e nos faz pensar sobre nossa frágil e singular humanidade. Isso nos liberta. E mais, quando a literatura é criada dentro do cárcere, por meio de poemas, lindos poemas feitos por lindas mulheres, que estão fisicamente presas, além de libertar ela nos toca e nos faz olhar para o cárcere com ética e alteridade. A Declaração Universal dos Direitos Humanos, as Regras Mínimas de Tratamento de Prisioneiros (Regras de Mandela), as Regras de Bangkok (sobre a mulher no cárcere) são diplomas essenciais para alcançarmos uma sociedade não violenta. Mas sem ações concretas que os façam se tornar realidade, eles nada mais serão do que nuvens que se dissipam num piscar e nada modificam. A literatura no cárcere, com essa obra poética de extraordinária sensibilidade, é mais um passo ao encontro desses diplomas e especialmente ao encontro do mundo que buscamos, livre, justo e solidário. João Marcos Buch Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais e Corregedor do Sistema Prisional da Comarca de Joinville/SC

Disponível em: Giostri

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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