Projeto dá visibilidade aos principais leitores do Brasil: os presidiários

Por Luiza Calegari

Michael Douglas Jesus Santos, detento de Hortolândia participou do projeto Resenha Livre, parceria da editora Carambaia (Carambaia/Videocubo/Divulgação)

São Paulo — O brasileiro médio lê quatro livros por ano, segundo a última pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, encomendada pelo Instituto Pró-Livro e divulgada em 2016. Um presidiário do Distrito Federal, único local até hoje no qual foi feito esse tipo de levantamento, chega a ler três livros por mês, ou 36 livros por ano — nove vezes a média do brasileiro.

Em alguns estados, a leitura de cada livro, comprovada por uma resenha, desconta quatro dias da pena a que o detento foi condenado, na chamada remição.

A partir deste incentivo, Elisande de Lourdes Quintino, da Fundação Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel (Funap), conduz um projeto de leitura e produção de resenhas, chamado “Leitura Liberta“, no Complexo Penitenciário de Hortolândia, no interior de São Paulo.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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