Presos do CPP de Jardinópolis usam poesia para ‘romper’ grades e muros

O interesse pelos livros não ficou somente na busca por conhecimento. Uma iniciativa do setor educacional do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Jardinópolis formou não apenas leitores assíduos, mas também novos escritores. Através do projeto “Rompendo as Grades com Poesia”, cerca de 20 reeducandos “ganharam a liberdade”: apenas com papel e caneta, deram asas às palavras em meio a muros e grades.

“Por acaso do destino, fali. Desesperado, tentei vários outros caminhos e não obtive êxito. Só piorei a minha situação a ponto de ter um desvio de conduta que custou a minha liberdade. Acabou com a vida da minha filha e da minha esposa. Como eu precisava libertar meus pensamentos, comecei a ler muito na prisão e também a escrever poemas do cotidiano carcerário, metafóricos, de amor, da solidão vivida e das dores. Percebi que a poesia tira a gente daqui de dentro. Ela coloca no papel os sentimentos, o futuro e a esperança”, define o interno José Humberto Jerônimo, de 50 anos.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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