Leituras que libertam: a experiência de um clube do livro no cárcere

O afastamento das mulheres e da população negra dos espaços de educação formal sempre foi uma estratégia utilizada pelo Estado

“(…) interessante essa pegada do racismo que vocês trouxeram. Eu sempre achei que fosse uma questão de dinheiro, mas vocês me colocaram pra pensar”. Foi essa fala que escutamos de uma participante do Clube do Livro, oficina que o coletivo pernambucano Liberta Elas realizou entre os meses de março e junho deste ano na Colônia Prisional Feminina de Abreu e Lima, município vizinho de Recife. O intuito da oficina é possibilitar o acesso das mulheres encarceradas ao mundo das letras.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, pós-graduanda em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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