Educação no sistema prisional

Por que a educação pode ser importante para resolver a crise nas prisões

O sistema prisional brasileiro passa por uma grave crise. Por todo o país, esse sistema é marcado por um persistente ciclo de violência. Por mais que se construam novas prisões, a população carcerária cresce a cada ano: de 2000 a 2014 o número de presos no Brasil cresceu 168%. Dados do último Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) apontam uma população carcerária de 622 mil pessoas, quando temos capacidade para apenas 371 mil presos.

Além disso, dados do Ministério da Justiça mostram a dificuldade que a população carcerária encontra em romper o ciclo de exclusão e criminalidade. Embora seja considerado um dado de “difícil apuração”, a taxa de reincidência (ex presos que retornam ao sistema carcerário) atinge números alarmantes. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) as menores estimativas ficam em torno de 30% e as mais altas atingem cerca de 80% dos presos.

A crise no sistema penitenciário brasileiro não é nenhuma novidade. Para reverter esse cenário problemático, é preciso pensar em formas de preparar os condenados para a sua reinserção na vida em sociedade após o cumprimento da pena. Um dos caminhos para isso é investir em sua formação educacional. Veja por que é importante promover a educação no sistema prisional e de que forma isso tem sido feito.

A crise no sistema prisional brasileiro pode ser explicada por pelo menos quatro fatores. Descubra quais são!

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, pós-graduanda em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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