Campanha “Ler para Libertar” quer mandar livros para presídios em Angola

Foto: Arquivo Roberto da Silva – FE/USP

A campanha Ler para Libertar, ação que integra o projeto de educação em prisões com participação da USP, reuniu doações de 10 mil livros para serem enviados e distribuídos entre 40 prisões em Angola, na costa ocidental da África. Para atravessar o Atlântico, um financiamento coletivo pretende arrecadar R$ 21 mil, que servirão para transportar as três toneladas de livros por navio até o porto de Luanda, capital angolana.

O projeto político-pedagógico de educação em prisões, da qual a campanha faz parte, é apoiado pela Pró-Reitoria de Graduação, Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, Faculdade de Educação (FE) e Escola de Aplicação, todas da USP. Obras didáticas, paradidáticas, técnicas, científicas e de literatura estão entre os títulos reunidos, visando a incentivar a leitura e os estudos entre os detentos.

No Brasil, as ações de educação nas prisões figuram como meios de diminuição de pena dos presos condenados pela Justiça, além de combater a ociosidade nas prisões, diminuir custos para o Estado e a sociedade e aumentar as chances de reintegração social de homens e mulheres, que um dia vão retornar para o convívio social. A possibilidade de leitura também é vista como um alento para os presos neste momento de isolamento social, em que as visitas e a comunicação estão restritas.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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