Previstas em Lei, bibliotecas prisionais estão presentes em menos de 40% das unidades no país

Na série documental ‘No Presídio’, sociólogo Thales Santos ficou preso durante uma semana em presídios do Brasil

O conhecimento adquirido por meio da literatura pode representar a possibilidades de dias melhores. Quando uma pessoa está presa, a literatura pode representar também a possibilidade de que ela se transporte para o mundo que está além das grades da prisão.

Negligenciadas pelo Estado e pelas administradoras das prisões, as bibliotecas prisionais são uma prerrogativa legal. É prevista na Lei de Execuções Penais 7.210, desde 1984, a existência de bibliotecas em penitenciárias brasileiras. Mesmo assim, menos de 40% do sistema penal brasileiro possui bibliotecas.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, pós-graduanda em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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