Escrita de presas: afeto e liberdade

Autor: Cristhiane Ferreira da Costa

Resumo: Essa pesquisa teve como objetivo estudar a escrita de presas e seus projetos de construção de sentido dentro e fora da prisão. O lócus da pesquisa foi a Escola Paulo Freire, no Presídio Feminino Regional de Campina Grande, localizado no Complexo Penitenciário do Serrotão, no município de Campina Grande – PB, e teve como participantes alunas da Educação de Jovens e Adultos, 1º e 2º anos do ensino médio (ciclo V). O que motivou essa pesquisa foi compreender quais os projetos de futuro e demandas do presente das presas veiculados no que elas escrevem. Para tanto, criei oficinas de leitura e de escrita a partir de dois temas escolhidos pelas próprias presas, a saber: amor e liberdade. Três objetivos específicos nortearam a pesquisa: estudar a legislação e os dados da educação prisional no Brasil, com foco nas mulheres; compreender o nível de letramento das presas; construir oficinas de leitura e produção textual a partir dos temas propostos. A dissertação se estruturou em três capítulos: no primeiro, descrevi como foi feito o mapeamento dos dados, os procedimentos e os participantes, bem como a base teórico-metodológica da qual parti. No segundo, fiz um mapeamento dos dados sobre educação prisional no Brasil, em especial no que diz respeito às apenadas. No terceiro, analisei as produções textuais das alunas.

Orientador: Luciano Barbosa Justino

Área de Concentração:  Educação

Instituição:  Universidade Estadual da Paraíba / Ano: 2019

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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