Reinvenções da vida em escritas na prisão

Autor: Heleusa Figueira Câmara

Resumo:  O projeto cultural e educativo Letras de Vida: Escritas de Si estimula práticas de leitura e escrita de neoescritores populares, colaborando para a organização, a publicação e a divulgação de produções textuais criativas, no campo da poesia, da narrativa, da memória e da autobiografia. Na Casa de Detenção de Vitória da Conquista, Estado da Bahia, esse projeto foi iniciado em 1992 com o nome de Proler/ Carcerário, no âmbito da parceria firmada entre a Fundação Biblioteca Nacional e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Este artigo comenta a produção literária de adultos neoescritores que tiveram obras publicadas ou aguardam publicação. Conclui pela importância de conceder voz aos excluídos sociais, para que, assim, possam ser revistos preconceitos ligados aos transgressores, apontados como pessoas de um único tempo – o do delito –, e condenados como irrecuperáveis.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, pós-graduanda em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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