O estado da remição pela leitura no sistema prisional no Brasil

Autor: Selson Garutti

Pode-se dizer que a leitura seja uma troca de experiências de vida, englobando todos os  aspectos humanos do sujeito. Também ser um instrumental utilizado para dar conta das necessidades existenciais, Além de propiciar interação com o meio social. Mas, o que seja leitura? Como defini-la? Entre tantas proposições possíveis, uma se imputa como verdadeira a de que existem leituras e leituras. Nesse sentido pode-se distinguir de imediato pelo menos três formas de leituras, ou dito de outra forma, três atitudes de leitores frente ao ato de ler (SILVA, 2009).

A primeira atitude é a leitura mecânica, a qual consiste na habilidade de decifrar códigos e sinais. Saber ler identificar reconhecer códigos e símbolos, sendo essa a primeira fase da Leitura exigida na escola.

A segunda atitude é leitura de mundo, a qual consiste em um processo contínuo ao longo da vida. Essa instância de leitura serve como instrumental para leitura na escola da vida. Muito mais do que identificar e reconhecer códigos e símbolos, a leitura de mundo em um sentido mais amplo, da condição de formulação de rotas e diagnósticos habilitando aos sujeitos a permear as subjetividades implícitas na totalidade.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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