O contexto geográfico da educação prisional na Pan-Amazônia: desafios e avanços

Autor: Maria Madalena Lemes Mendes Moreira, Mirian Pereira Suave, Maria das Graças Silva Nascimento Silva

Resumo: O sistema carcerário brasileiro não organizou suas estruturas pensando na ressocialização, o direito a educação muitas vezes é visto como “privilégio”, o que se torna um entrave para iniciativas que buscam por meio da educação oportunizar o reeducando ao convívio social. Os níveis educacionais dos presos geralmente são baixos, o que e reduz as chances para o mercado de trabalho. Acredita que programas educacionais seja o caminho mais eficaz para prepará-los ao retorno bem-sucedido à sociedade. A educação é um direito social assegurado pela Constituição Federal, porém, quando se trata da população encarcerada, tal direito parece não ter o mesmo grau de reconhecimento, a inexistência de salas de aulas, a superlotação, a falta de preparo dos agentes penitenciário, torna-se um ambiente extremamente precário, o que inviabilizam as políticas educacionais de serem efetivados nos ambientes prisionais. O presente artigo tem por objetivo discutir os desafios dos Centros Educacionais de Jovens e Adultos para implantação de programas educacionais destinada ao sistema carcerário e assim, contribuir para atender às necessidades e aspirações educacionais dos reeducandos/as. Para tanto, foi necessário realizar pesquisa de campo, bibliográfica, por meio do método fenomenológico utilizou-se observação participante e entrevistas baseadas na história oral.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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