Educación, cárcel y pandemia: de la excepcionalidad a la “decepcionalidad”

Autor: Francisco Scarfó, Mónica Olguín

Resumo: A chegada do COVID-19 ao mundo, e à nossa região em particular, trouxe uma situação de exceção à normalidade habitual em todas as esferas da vida e mudanças que ressentiam a organização individual e comunitária. A pandemia aprofundou as desigualdades pré-existentes e deixou mais grupos sociais em uma situação vulnerável, como é o caso de pessoas privadas de liberdade. Hoje em dia, a incerteza reina em todos os setores da população, enquanto a normalidade desmorona, derrete diante da pandemia. No campo da educação nas prisões na Argentina, essa excepcionalidade é constituída, por um lado, pela emergência sanitária e, por outro, pelo isolamento social, preventivo e obrigatório declarado em março de 2020 que causou o fechamento de escolas e a proibição de aulas presenciais em todos os seus níveis e modalidades, incluindo o contexto de confinamento punitivo. Isso gerou a implementação de um Plano Pedagógico de Continuidade pelas carteiras de educação do governo nacional e provincial. No presente trabalho, tentaremos abordar o dilema abrupto entre a educação presencial e a educação virtual no campo da privação de liberdade, os obstáculos que os educadores enfrentam nas prisões (onde o excepcionalismo é transformado em “decepção”) garantir a continuidade pedagógica e os desafios que a educação, entendida como um direito humano, deve enfrentar nesse contexto no decorrer da pandemia.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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