Educação prisional: como a baixa oferta de vagas cria desigualdade em escola de Complexo Penitencário de BH

Autor: Fernanda Bonino Ribeiro Silva, Simone Etelvina Pinto dos Santos

Resumo: Muito se discute hoje em todo o mundo e, em especial no Brasil, a eficácia das penas restritivas de liberdade, das condições de vida no cárcere e a possível ressocialização da(o) ex-detenta(o). Por outro lado, pouco se fala sobre as mulheres que cumprem pena e em que condições estão no cárcere. O direito à educação, tida como possibilidade de recuperação e ressocialização das pessoas encarceradas, nem sempre é respeitado pelos governos estaduais e federal no País. Este artigo analisa criticamente a realidade de uma escola do sistema prisional feminino de Belo Horizonte por meio de pesquisa de campo e confirma a baixa oferta de vagas em escola prisional, confirmando a falta de interesse do Governo estadual em investir na educação prisional .

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, pós-graduanda em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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