A resolução e exploração de problema à educação e à diversidade prisionais

Autor: Miguel de Brito Santos

Resumo: O artigo ora apresentado é resultado da releitura do capítulo três da pesquisa desenvolvida com educandos privados de liberdade, experiência que aproximou, em seu tempo, a educação matemática desenvolvida pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB, à educação prisional, tendo como elo a pesquisa narrativa. Assim, foi possível aproximar experiências profissionais à metodologia exploração-resolução de problema em condições de privação de liberdade. A resolução-exploração de problema enquanto metodologia se apresenta como forte base ao educador que trabalha naquela condição. Além disso, a pesquisa revelou aproximações com outras áreas do conhecimento de tal modo a fortalecer argumentações, mesmo que em área aparentemente distante como é o caso do Direito. Emergem possibilidades de fundamentar, com base em campos da educação matemática, estudos voltados às populações de assistidos. Olhamos, mesmo que de modo tangencial, constructos da educação em presídios, o direito à educação, previsto internacionalmente, além de elementos quantitativos que apontam a dimensão do problema, por exemplo, a população brasileira analfabeta fora e dentro dos presídios.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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