A experiência com a Literatura numa instituição prisional

Autor: Mhyrna Boechat, Virgínia Kastrup

Resumo: Este trabalho discute os desdobramentos de uma oficina de leitura com internos de uma prisão no Rio de Janeiro. A oficina se insere no quadro de trabalhos que usam a arte como instrumento de produção de subjetividade e transformação social, como política cognitiva e existencial. Para a compreensão da instituição-prisão, são usadas as ideias de Erving Goffman, Michel Foucault e Loïc Wacquant. Sobre os estudos de produção de subjetividade em oficinas de leitura, o texto toma como referencial Gilles Deleuze, Felix Guattari e Virgínia Kastrup. Foram realizados encontros semanais com um grupo heterogêneo quanto à escolaridade, para a prática da leitura em conjunto. São apresentados relatos dos encontros, para demonstrar a dinâmica do grupo e a multiplicidade dos efeitos produzidos. O texto analisa a potência da arte, precisamente da Literatura, como fator expansivo de subjetividade na atmosfera de violência e privação que caracteriza a instituição prisional.

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Sobre Cristina de Carvalho

Arquivista na NTX It Solutions, especialização em Gestão Eletrônica de Documentos pela USCS e MBA em Gestão da Informação em Saúde pela UNISA. Foi Bibliotecária na Faculdade de Ciências e Saúde de São Paulo (FACIS) e Auxiliar de Biblioteca na UNISA. Bibliotecária formada pelo UNIFAI.

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